Resumo: Os homens utilizam-se de metáforas
como recurso de representação do mundo que os cerca e, assim,
representam também metaforicamente as áreas de conhecimento
em que atuam. Como as metáforas são estabelecidas entre os
indivíduos que compõem um determinado grupo social e se reconhecem
em virtude da identidade do grupo, o objetivo deste trabalho é apontar
o uso de metáforas como recurso para aumentar a eficácia
dos instrumentos de recuperação on-line em áreas de
conhecimento específicas. Estudo de caso realizado com uma equipe
de pesquisa na área de Transportes evidenciou um grupo de metáforas
que, associado às concepções de faceta, pode servir
de arcabouço meta-estrutural de filtro.
Palavras chave: recuperação
da informação; filtro; representação; metáfora;
linguagem
Abstract: Men use metaphors to represent the world;
in the same way, they also represent all knowledge areas by metaphors.
As metaphors are recurrent among the members of a certain social group,
and members view themselves as part of that specific group, the aim of
this article is to show how the use of metaphors increases the on-line
information retrieval efficacy in specific areas of knowledge. A case study
in a Transport research group showed a number of metaphors which, associated
with the conception of facet, may be used as a meta-structural filter framework.
Key-words: information retrieval; filtering; representation;
metaphor; language
Introdução
A quantidade de inscrições que atualmente circulam em
diferentes contextos sociais, notadamente no ciberespaço, aumenta
não só os potenciais de informação, mas também
os de desinformação. Como estimou Solla Price [1],
ao dizer que a produção acadêmica cresce exponencialmente,
dobrando sua produção a cada dez anos, há muito tempo
a produção acadêmica vem produzindo uma quantidade
de textos que tem sido de difícil transferência. O que dizer,
então, desse novo espaço de disseminação que
é a Internet?
Pela sua organização em rede, esse meio de comunicação virtual permite um abastecimento de dados, bem como o acesso a eles, praticamente irrestrito. Essa facilidade, segundo o que foi apontado por Pierre Lévy [2], provoca o que Roy Ascott denominou de "segundo dilúvio", que se pauta pela "natureza exponencial explosiva e caótica" do crescimento das telecomunicações, o que provoca tanto a multiplicação quanto a aceleração da quantidade de inscrições disponíveis, e, ainda, a proliferação de forma anárquica dos contatos transversais entre os homens.
Esse é o quadro no qual uma proposta de filtro de recuperação da informação na Internet se insere. Estudos no campo da filtragem de informações justificam-se, atualmente, por, pelo menos, duas situações problemáticas: uma delas é a dificuldade de fazer saltarem, do meio de um conjunto imenso de possibilidades, somente as informações que realmente interessam; a outra é a dificuldade de limitar o acesso de alguns segmentos da população a informações inadequadas, como por exemplo a pornografia para crianças, área a que muitas pesquisas do Direito têm se voltado. Esta proposta dedica-se a melhorar a primeira das sluções problemáticas citadas: tornar mais eficaz a recuperacão da informação on-line.
Esse arcabouço pretende permitir que um determinado grupo social recupere as informações que mais diretamente lhe interessem, e para isso baseia-se na Semântica, mais especialmente nas metáforas que determinados grupos sociais utilizam para representar a área de conhecimento em que trabalham e os conceitos a ela ligados.
Para atingir esse objetivo, foi realizado um estudo de caso com uma equipe da área de Tranportes que evidenciou a presença recorrente de um conjunto de metáforas que representa os conceitos da área, nos quais a equipe está interessada.
Essa proposta de filtro pauta-se na concepção interativa
de construcão do significado, e para tal considera os Princípios
comunicacionais que regem a interação e o processo de leitura
como parte do arcabouço teórico que serve de fundamento para
análise.
Construção do significado
Para pensar em filtro baseado na metáfora, é preciso
admitir o pressuposto de que o significado constrói-se num processo
interativo-comunicacional, cuja organização rege-se por princípios
comunicacionais. Os princípios que sustentam nossa análise
são o da Cooperação, de Grice [3]
e o da Indolência, de Beerendonner [4], conforme
já foi apresentado em Orrico [5].
Princípio da Cooperação
Para Paul Grice, a comunicação humana organiza-se pelo
Princípio da Cooperação, cuja pressuposição
é a de que os indivíduos que se comunicam constróem
enunciados, obedecendo a quatro máximas: Verdade, Qualidade, Relevância
e Modo. Pela primeira máxima, pressupõe-se que tudo que o
interlocutor diz é verdadeiro; pela segunda, que ele só diz
o necessário; pela terceira, que só diz o que é pertinente
para aquela comunicação e, por fim, o faz do melhor modo
possível.
Princípio da Indolência
O Princípio proposto por Berrendonner estabelece uma interface
entre a comunicação e a cognição, na medida
em que determina haver, nos enunciados, a formulação de pouco
material informativo. É possível formular pouco material
informativo porque o enunciador leva em conta que o interlocutor já
possui informações que lhe permitirão inferir maiores
especificações de um enunciado sub-especificado.
Esse processo inferencial viabiliza-se, segundo Berrendonner, por intermédio da utilização de um conjunto de conceitos correlatos que circundariam um conceito norteador e nuclear. A esse conjunto ele denomina de "constelação conceitual", e ao conceito nuclear, "atrator". Essa metáfora astronômica indica, aos olhos de Berrendonner, que em cada situação de comunicação são estabelecidos conjuntos de significados, em que eventualmente um dos termos assume o papel de centro gravitacional do sistema, permitindo que os outros conceitos correlatos fiquem 'ativados', prontos a entrarem no processo de enunciação e, conseqüentemente, no conjunto representacional dos envolvidos na comunicação.
As premissas que sustentam nossa concepção de significação levam em consideração as condições de produção dos enunciados porque admitem que alterações semânticas podem ocorrer em função das diversas relações combinatórias adotadas pelos elementos conceituais que delas participam em diversas situações de comunicação. Por isso, o fenômeno referencial é um aliado da comunicação cooperativa, uma vez que viabiliza a máxima da quantidade, proposta por Grice.
Baseados nesses Princípios comunicacionais, admitimos que
o significado é construído em situação de interação
entre aquele que produz o enunciado e aquele que o 'consome'.
Leitura
Outro ponto a ser salientado em uma concepção de filtro
na Internet é o processo pelo qual ocorre a busca por informação:
a leitura. De acordo com Moita Lopes [6] ler é
"saber-se envolvido em uma interação com alguém em
um momento sócio-histórico específico e que o escritor,
como qualquer interlocutor, usa a linguagem a partir de um lugar social
marcado. Ler é se envolver em uma prática social".
Essa prática social, portanto, implica considerar que os indivíduos estão inseridos em determinadas condições sócio-históricas e que trazem consigo uma bagagem de conhecimentos que necessariamente é evocada no processo interacional, já que "comunicar é ação de "pôr em comum", mediada pela linguagem que se exterioriza através do discurso [Sodré, [7]]".
Essa bagagem de conhecimentos acumulados, denominada, na teoria interacional da leitura, conhecimento enciclopédico ou de mundo, é entendida como uma função cumulativo-dependente dos saberes/experiências e fundamental para construir o significado. Essa construção se dá não apenas como fruto de transmissão simbólica através da linha do tempo (lembranças coletivas diacrônicas), mas também - e sobretudo - se manifesta através da construção do significado pelo processo de entrelaçamento entre os atores da comunicação, o que implica considerar que tal construção faz-se em consonância ao aspecto cultural dos grupos sociais dos quais tais atores fazem parte.
A concepção de filtro implica lidar, então, com diferentes saberes acumulados dos diversos leitores de um determinado texto.
Para aproximarmos o arcabouço teórico sobre processos comunicativos de uma reflexão sobre filtro, insistimos que, no processo comunicativo, os conceitos de informação-leitura estão entrelaçados, visto que só se põe em comum, ou seja, dentro do grupo social ou cultural, um conteúdo de significação (informação) que possa ser considerado como tal pelos membros dessa comunidade.
Ao pensarmos o processo interativo de construção de significado, de alguma maneira aproximamos o processo de recuperação da informação do eixo da recepção e não só do da produção, tendo em vista que se associa informação a significado, pressupondo, portanto, uma compreensão semântica do enunciado. Admite, ainda, segundo Eco [8], que o projeto de geração textual embute uma previsão de interpretação, já que "decodificar" uma mensagem verbal significa possuir não só a competência lingüística, mas uma outra, de caráter variadamente circunstancial, que permite fazer pressuposições, bem como reprimir idiossincrasias.
Tais competências pautam-se em algum grau de subjetividade que,
por paradoxal que possa parecer, a proposta de filtro baseado em metáfora
tenta minimizar.
Metáfora
A metáfora é uma figura de linguagem que transfere um
termo para uma esfera de significação que não é
a sua, com a finalidade de estabelecer representação do mundo
por meio de analogias. Lakoff e Johson [9] propuseram
que o ser humano organiza o conhecimento através de estruturas denominadas
modelos cognitivos idealizados (MCI) e que estruturas categoriais são
derivadas dessa organização. A proposta desses modelos admite
que a organização mental ocorre por intermédio da
construção cultural de esquemas de conhecimento do mundo.
Tais esquemas são socioculturalmente estabelecidos e para que sejam representados devem ser compartilhados pelos membros do grupo social. Para ilustrar, seguimos o exemplo proposto pelos autores: a concepção de dias da semana. No ocidente, a noção de fim-de-semana é constituída tendo por base a concepção de semana de trabalho que, por sua vez, se constitui por uma sequência de cinco ciclos solares. Se os ciclos solares existem na natureza, o mesmo não se pode dizer do recorte em sete para formar um conjunto categorial (semana) e menos ainda em cinco, para constituir a sequência de dias úteis e, ainda menos, o de fim-de-semana. Essa representação categorial é socialmente construída.
Esses autores propuseram, ainda, o conceito de Metáfora Ontológica, como sendo um modelo cognitivo que serviria para nortear a representação do homem no mundo. Tal representação dar-se-ia pela organização cognitiva que se estrutura por extensões semânticas que partem de noções conceituais próximas da concretude para a abstração, no intuito de recuperar a analogia primária de representação. Um dos exemplos dessas manifestações está na metáfora "Homem é Máquina". Essa acepção teórica - o corpo como metáfora de máquina - explicaria enunciados tais como, "minha cabeça não está funcionando", "falta um parafuso na cabeça dele", bem como "ele tem um parafuso a menos"; "os intestinos não estão funcionando direito".
Vamos deslocar o conceito de metáfora ontológica de representação do mundo e aplicá-lo à representação de um campo de saber, e assim propor a ocorrência recorrente desse fenômeno na organização de manifestações discursivas. Pretendemos, através do conhecimento das representações metafóricas sobre uma área de trabalho, propor um modelo de filtro que ajude os membros de determinado grupo social a recuperar as informações com mais precisão.
Na medida em que as metáforas servem para representar categorias
construídas socialmente, passemos, então, a discutir o que
são as representações de significado.
Facetas
As representações de significado nos remetem ao pai da
ciência biblioteconômica, Shiyali Ramamrita Ranganathan [10],
bibliotecário e educador indiano - que viveu do final do século
XIX (1892) vindo a falecer na segunda metade do século XX (1972).
Desnecessário aqui frisar seu papel revolucionário e inovador
para os campos da classificação e da teoria de indexação.
Sua visão classificatória, embora inovadora e de repercussões
importantes para a teoria da classificação como um todo,
refletia a concepção moderna de construção
do conhecimento, que persistia no final do século XIX e no início
do século XX, que pressupunha uma delimitação precisa
da área de conhecimento em que tais conceitos estivessem inseridos.
Lidava-se naquela ocasião com disciplinas de limites precisos, compostas
de arsenal teórico conceitualmente delimitado.
O diagrama organizacional proposto por Ranganathan estabelece conceitos
que nos serão de grande valia nesta análise, notadamente
o de entidade - que se dirige ao concreto ou conceitual; e o de universo
- como um agregado considerado em um dado contexto.
O primeiro, entidade, nos é importante porque se refere à própria área a ser representada; o segundo, universo, por se relacionar ao conceito anteriormente apresentado de constelação referencial. Admitimos que o universo de conceitos está 'contido' em um grupo relacionado ao conceito nuclear.
Estabelecemos uma correlação entre as metáforas
representativas da área de Transportes e as cinco categorias fundamentais
postuladas por Ranganathan - personalidade, matéria, energia, espaço
e tempo -, após o levantamento do conjunto de metáforas,
realizado pelo estudo de caso.
Estudo de caso
O levantamento do conjunto de metáforas que representa a área
de Transportes foi realizado por intermédio de um estudo de caso
com uma equipe constituída por vinte e oito profissionais de diferentes
níveis de experiência e de diversas regiões do país.
O objetivo de analisar um conjunto de profissionais com esse perfil era
cobrir um campo de representações comum e recorrente que
se mostrasse adequado a um número expressivo de profissionais da
área.
A coleta de dados foi realizada por intermédio de um questionário enviado - e respondido - por via eletrônica, cujo objetivo principal para o desenvolvimento deste artigo é levantar as representações da área, qual seja analisar a seguinte pergunta: "o que representa Transportes para você?"
Como análise metodológica, observamos os períodos frasais em que o entrevistado utilizou explicitamente - ou não deixou margem a dúvidas - os verbos ser ou representar em enunciados do tipo Transporte é... ou Transporte representa...
A análise das respostas revelou uma recorrente utilização
de termos que se situam em três campos semânticos:
* rede / conjunto / sistema
* movimento / deslocamento
* meio / modo / procedimento
A análise dos dados indicou que as representações relativas ao campo semântico rede/conjunto se relacionavam à categoria Personalidade, na medida em que esta categoria sintetiza a essência da entidade em questão. Assim, a metáfora ontológica da área de Transportes para a equipe que serviu de base para este estudo é a seguinte: Transportes é rede sistêmica.
A seguir, o segundo conjunto de termos vincula-se ao campo semântico movimento / deslocamento. Nesse grupo percebemos que os períodos utilizados eram formulados, preferencialmente, por estruturas frasais que utilizam o verbo ser, mas com o significado - explicitado ou não - dos verbos viabilizar/permitir. Esse conjunto, então, foi relacionado à categoria Matéria, na medida em que essa categoria se refere àquilo sobre o que o homem trabalha para conseguir um produto final, ou seja, sua função: Transporte é movimento. Podemos lançar mão de um exemplo no qual um pesquisador diz textualmente: "como atividade econômica e social, transporte seria o conjunto de recursos utilizado para permitir deslocamento...".
Como terceira categoria, apresentamos as representações metafóricas que relacionam a área de Transportes à categoria Energia. A definição de Ranganathan para essa faceta diz que energia se manifesta nas atividades espirituais, mentais e físicas, traduzindo-se em inanimado, animado, conceitual, intelectual e intuitivo, mas tomando o humano como referência. Como, na verdade, se está lidando com as representações que os humanos têm de seu campo de saber, resolvemos utilizar tal categoria, na medida em que o que nos interessa é a conceitualização que a comunidade discursiva faz sobre o fenômeno. Assim, no caso estudado, a metáfora utilizada é procedimento, na medida em que se trata do como faz. Um exemplo ilustrativo é "Transportes são procedimentos necessários para deslocar pessoas, bens ou informação".
As facetas de Espaço e Tempo, no caso dos Tranportes, são categorias inerentes à própria essência, porque estão intimamente ligadas ao conceito de deslocamento, e por isso é muito difícil para a comunidade conceitualizar sobre conceitos muito próximos às atividades usuais. Segundo Lakoff e Johnson,
"nosso sistema conceitual não é algo ao qual habitualmente estejamos atentos. Nas menores coisas que fazemos todos os dias, nós simplesmente pensamos e agimos mais ou menos automaticamente ao longo de algumas diretrizes. O que essas diretrizes significam exatamente não é óbvio. Uma maneira de descobrir é olhando a linguagem. Na medida em que a comunicação é baseada no mesmo sistema conceitual que a gente usa para pensar e agir, a linguagem é uma importante fonte de evidência para o que é o sistema." (op. cit, p.3)
Essa idiossincrasia no caso do campo de saber Transportes não
invalida a proposta mais geral do metafiltro, porque, em outros campos,
essas facetas podem não ser tão intrinsecamente ligadas e,
daí, se consiga levantar facilmente metáforas a elas ligadas.
Propomos, então, que essas duas categorias componham um grupo de
elementos periféricos que podem interferir na comunicação
de uma ação ou fato social.
Proposta de metafiltro
Para fins de concepção do metafiltro, atribuímos
à representação metafórica característica
semelhante à que foi atribuída às facetas por Ranganathan,
na medida em que tanto uma quanto outra estão contextualmente situadas
em determinado domínio ou assunto. As representações
metafóricas refletem, ainda, as especificidades do grupo social
que se insere num domínio ou dele faz uso.
A concepção do metafiltro requer dois conjuntos metafóricos para as diversas áreas de conhecimento: um deles representa as condições fundamentais, o outro, as condições acessórias.
No caso da área estudada, temos como condições fundamentais as seguintes categorias: Essência, Função e Modo. Essas categorias correlacionam-se às facetas Personalidade, Matéria e Energia, representadas, respectivamente pelas metáforas de rede sistêmica, movimento e procedimento.
As condições acessórias, pelas causas expostas,
são representadas pelas facetas Espaço e Tempo e preenchem
as categorias genéricas denominadas de periféricas, sem representação
metafórica.
Conclusão
Na verdade, todo e qualquer critério de classificação,
com seus subseqüentes critérios de relevância, objetiva,
em última instância, atender à expectativa de satisfação
do usuário. Neste caso, nossa proposta de arcabouço de filtro
visa à utilização das metáforas que representam
as categorias que satisfazem as condições necessárias
de repreentacão da área de conhecimento. Essa organização
classificatória objetiva aumentar a precisão na revocação
de demandas na Internet. As metáforas, nesse caso, estariam a serviço
de uma busca por maior precisão, por mais paradoxal que isso possa
parecer. Na verdade, pensamos a metáfora menos como recurso de estilo
literário que tende à imprecisão, e mais como grau
de representação que tende a especificar conceitos utilizados
em uma área de conhecimento dada.
[1] PRICE, Dereck J. de Solla. Little science, big science. New York:
Columbia University Press, 1965. 118p.
[2] LÉVY, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos irineu da Costa.
São Paulo: Ed. 34, 1999. p.13
[3] GRICE, H. Paul. Logic and conversation. In: Cole, P; Morgan, J.
(Eds.) Syntax and Semantics, New York: Academic Press, 1975. v.3: Speech
Acts.
[4] BERRENDONNER, Alain. "Atracteurs". In: Cahiers de Linguistique
Française. 11, p. 149-159, 1989.
[5] ORRICO, Evelyn . Redes de leitura e Ciência da Informação,
Informare, v.5, n.1, jul./dez. 1999. P.109-119
[6] MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Oficina de Lingüística
Aplicada: a natureza social e educacional dos processos de ensino/aprendizagem
de línguas. Campinas, SP. Mercado de Letras, 1996. P.142
[7] SODRÉ, Muniz. Reinventando a cultura. Petrópolis,
Ed Vozes, 1996.
[8] ECO, Umberto. Lector in fabula. São Paulo, Perspectiva,
1986.
[9] LAKOFF, George e JOHNSON, Mark. Metaphors we live by. Chicago:
The University of Chicago Press, 1980
[10] RANGANATHAN, Shiyali Ramamrita. Prolegomena to library classification,
Bombay: Asia Publishing House, 1967
Trabalho resultante da Tese de Doutorado intitulada
Binômio Lingüística-Ciência da Informação:
abordagem teórica para elaboração de metafiltro de
recuperação da informação, orientada pela profa
Dra Maria Nélida González de Gómez.
Agradecimento
Este trabalho, fruto de meu projeto de doutoramento,
recebeu a orientação inteligente, segura e sempre amável
da profa. Dra. Maria Nélida González de Gómez, que
me levou pelos caminhos da informação, a quem eu, mais uma
vez, agradeço.
Sobre a autora / About the Author:
Evelyn Goyannes Dill Orrico
evelynorrico@unirio.br
Doutora em Ciência da Informação
Professora Adjunta da Universidade do Rio de Janeiro - UNIRIO